”Cocaïne connexion vénézuélien”

MaletasCocainAirFrance835AF-AKE-04320m ( 1.400 kilos de cocaina)…..Entrevistado  en Televen el presidente de la Oficina Nacional Contra las Drogas, ONA, el general de brigada Alejandro Constantino Keleris Bucarito, lejos de dejar en claro algunas necesarias precisiones en el caso del embarque de las 31 maletas con un total de 1,4 toneladas de cocaína en el vuelo Air France AF–385 lo que hizo fue terminar por dejar mas dudas…..

Complicarlas severamente, tanto para el régimen del colombiano  Nicolás Maduro Moros, como para todos y cada uno de los cabezas y de los estados mayores responsables de todos y cada uno de los órganos de seguridad, militares y civiles y con directos, trascendentes y extendidos efectos, hacia la titular de la Fiscalía General de la República, abogado Luisa Ortega Díaz; la única, directa y máxima responsable por los resultados de las investigaciones criminales en Venezuela. Continuar lendo

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O que teremos para comemorar nos 20 anos do Plano Real?

A introdução do Plano Real, em 1º julho de 1994, representou um marco consagrado na história econômica e política do Brasil, uma vez que constituiu-se na reforma monetária mais eficaz e bem sucedida da história da república, cumprindo seu maior propósito que era o de debelar a inflação e garantir a estabilidade do sistema de preços, além do que, possibilitou a ampliação do poder de compra da população, e abriu espaço para uma profunda reestruturação dos diferentes segmentos da atividade econômica nacional, permitindo a retomada das boas práticas de planejamento para o médio e longo prazo, e garantindo a possibilidade de  retomada da trajetória de crescimento sustentável. Para se ter uma noção da importância representada pelo Plano Real para a economia brasileira, é fundamental destacar que ele conseguiu extirpar uma doença crônica que contaminava e assolava todo o sistema econômico, e que frustrava qualquer tentativa ou possibilidade de se pensar no futuro do país, ou seja, conseguiu sepultar uma moeda que acumulou, de julho de 1965 a junho de 1994, uma inflação de 1,1 quatrilhão por cento, uma inflação de 16 dígitos em três décadas, ou precisamente, um IGP-DI de 1.142.332.741.811.850%.  Continuar lendo

O Poder da Concorrência

Vendo trufas na faculdade. Os sabores são variados: brigadeiro, chocolate branco, coco, maracujá, leite condensado e Palha Italiana. Cada um custa 2,50 e o pessoal da minha sala gosta bastante. Compro elas de um funcionário da minha antiga escola, cujo produto é um sucesso entre os alunos. Meus concorrentes são as cantinas espalhadas pela faculdade, que vendem a trufa a 3,00 e uma senhora que também as vende na porta da faculdade, a 2,50, mas de qualidade inferior. Com esse ambiente pensei que, com o passar do tempo, poderia aumentar as minhas vendas, pois possuía um produto muito mais competitivo no mercado.fgv_concorrencia alma do negocio

Contudo, semana passada, estava indo escovar meus dentes quando me deparei com uma menina vendendo alfajores nos bancos próximos às salas. Deveria haver umas seis pessoas comprando. Imediatamente perguntei o preço e comprei um. Para a minha surpresa, além do alfajor dela ser mais barato que a minha trufa (2,00), ela possuía um cartãozinho. Com o alfajor na mão, voltei para a minha sala e disse ao meu amigo que prepara os bombons de Palha Italiana: “temos uma concorrente!”. Continuar lendo

O Teste do Vizinho

O que são direitos? Se você quiser saber naturalmente se tem direito a algo provido pelo Estado, faça o seguinte teste:

Passo 1: Escolha um “direito” – ao transporte, saúde, educação, vida, privacidade, o que quer que seja – que você deseja testar.

Passo 2: Vá até seu vizinho, bata em sua porta, e diga: “eu exijo que você provenha esse meu determinado direito em meu favor, sob pena de execução forçada pelo Estado!”

Passo 3: Analise a reação de seu vizinho.

A Constituição Federal de 1988, trouxe ao universo jurídico brasileiro uma série de “direitos” que seriam, em tese, defendidos pelo Estado a todos seus cidadãos, incluindo algumas espécies bem curiosas como “direito à cultura” (aparentemente se o Estado não te outorgar, você não tem cultura), direito ao ensino “gratuito” (que advém de uma escola localizada em meio a uma plantação de árvores que fornecem dinheiro do nada), e o extinto “direito à uma taxa de juros não maior que 12% ao ano” (vulga ‘expropriação’). Continuar lendo

País da Emobras

Uma vez minha finada tia Neyde me contou uma história no mínimo irônica sobre um ex-presidente da República do Brasil, da época do período militar. A história sobre Costa e Silva era mais uma anedota deliciosa sobre a possível e latente ignorância do general.

A história se resume a um momento no qual o presidente, em inspeção às obras que ocorriam pelo país, apontou, espantado, a descoberta de uma nova Estatal para um de seus assessores. Contava minha tia que o tal linha dura esbanjava felicidade por termos a Petrobras, a Eletrobras e por termos agora a “Emobras”. Continuar lendo

O incrível caso do país sem direita

“A política brasileira é uma disputa entre a mão esquerda e os seus próprios dedos.” Com essa frase proferida no dia 14 de novembro de 2013, Paulo Eduardo Martins, o brilhante comentarista político do SBT, resumiu uma relação já antiga e infeliz que vivemos no Brasil. O Brasil é um país aleijado, é um país de uma mão só.

O atual cenário político é estarrecedor. O Brasil possui 32 partidos registrados no TSE e nenhum deles pode ser considerado um partido de direita. Para saber o que é direita faz-se necessário investigar onde esse fenômeno de fato existiu ou existe. Enquanto muitas pessoas vão gastar seu tempo dizendo que existem sim partidos ligados a bandeira conservadora e liberal, recomenda-se levar em conta dois pontos: Continuar lendo

Porque o futuro brasileiro preocupa?

Diz-se comumente que aqueles que não estudam a história estão condenados a repeti-la em nuances e erros e isso quando se trata da América Latina é quase uma regra. A situação calamitosa da Venezuela e sufocante da Argentina nos dá uma sensação de segurança quanto à economia brasileira e sua solidez perante o que ocorre nesses países. Ledo engano!

A economia brasileira, a pouco tempo tão festejada mundialmente, apresenta sinais nítidos de esgotamento macroeconômico e descontrole governamental em termos fiscais e monetários. Tal conclusão não se deve apenas ao baixo crescimento do PIB recente, e sim, a uma série de conjunturas que deveriam ao menos preocupar aqueles que estão com as canetas na mão em Brasília. Continuar lendo

100% do PIB para a educação

Ouvimos com frequência sobre a proposta de mais verba para a educação: 10% do PIB para a área da educação, recursos de Pré-Sal para as escolas públicas, valorização dos professores, etc. As propostas, atraentes aos ouvidos dos que estão alheios aos verdadeiros problemas, seriam tudo, menos úteis. Quais problemas? A ideologização e o currículo.

A primeira surge com talvez o maior herói da esquerda brasileira, Paulo Freire. Posta em palavras simples, sua teoria de “pedagogia do oprimido” afirma que a educação formal de diversas formas suprime a ação do aluno, e isso é resultado da luta de classes e do interesse das classes superiores em controlar as inferiores. Cada um deve aprender no seu próprio ritmo, sem competição, mas com colaboração, e não há errado, apenas diferente. Isso cria um mundo cor-de-rosa na cabeça das crianças, que esperam sempre ser levadas pela mão, e quem não o fizer é parte do grupo explorador. Continuar lendo

Fechem a torneira do BNDES

Segundo reportagem do jornal O Globo, o presidente do BNDES Luciano Coutinho afirmou que o banco está sob ataque de conservadores. Tal afirmação coincide com a decisão do Tesouro Nacional de reduzir os crescentes aportes bilionários que vem fazendo no banco. No livro “Privatize Já”, Do economista Rodrigo Constantino, é dito que “O BNDES já recebeu mais de 300 bilhões de reais em aporte de capital do Tesouro nos últimos anos, e cerca de 70% de seus desembolsos vão para grandes empresas, que pagam taxas subsidiadas”.

É bom lembrar como funcionam essas taxas subsidiadas. Segundo artigo do Instituto Mises Brasil, “Em 2013, a taxa de juros para os empréstimos subsidiados estará entre 3 e 5%, em termos nominais.  Isso significa taxas de juros reais negativas. Ou seja, o governo está basicamente pagando as grandes empresas para que elas peguem dinheiro emprestado.  Outros programas federais constitucionalmente obrigatórios estão oferecendo empréstimos a uma inacreditável taxa de 2,5%.  Em suma, o capital é realmente gratuito — quando concedido pelo governo, é claro”. Portanto, além de emprestar dinheiro para grandes empresas que poderiam captar recursos no mercado, o governo simplesmente “dá” o dinheiro (do contribuinte) para os grandes empresários. Continuar lendo

Eike Petista

Há quem diga que Eike Batista seja a cara (e não “o cara”) do empreendedorismo brasileiro. O mimoso do governo petista e amiguinho da presidente Dilma Rousseff (risos)… O império caiu e caberá ao governo levantá-lo. E tem mais, o governo brasileiro ao menos consegue segurar as pontas com a Petrobras que é uma das empresas com mais dividas no mundo, logo,  o trabalho será dobrado.

Segundo fonte do Site Economia Estadão: “A Petrobrás é agora a empresa mais endividada do mundo, conforme relatório divulgado pelo Bank of America Merril Lynch. A dívida da Petrobrás cresceu rapidamente com a empresa implementando um ambicioso programa de investimento de US$ 237 bilhões para o crescimento de sua produção offshore“.

Segundo jornal britânico Financial Times, foi constrangedora a queda do império de Eike Batista para o governo brasileiro.  O empresário é o “modelo” do PT, do grande sucesso especulativo ao fracasso político econômico.  Usou das mesmas artimanhas da esquerda que foi vender apenas sonhos. E quem mais uma vez sai perdendo?

Débora Góis está cursando o segundo período na faculdade de Ciências Econômicas da UFSM.

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